Dia 7, Setembro.

“Me segure bem firme”. Pedi a você naquele dia tão especial para mim e eu acho que para você também. Eu estava sentada no chão olhando para você e aquele sorriso lindo que sempre me encantou. Estávamos num parque e parecia até uma cena de filme onde ninguém mais estaria por perto para nós atrapalhar. Não existia tantas coisas como já existem hoje, e eu aqui parada e refletindo sobre tudo o que passou. Foi a melhor tarde da minha vida, sem mais e nem menos.

Seus braços fortes sempre me encantaram, me faziam suspirar… Me fazia sentir aquele momento como o melhor momento do mundo feito apenas por quem precisava: Eu e você.

Tudo bem, já estou bastante conformada com o fato de você ter que ir embora da minha vida assim. Tudo bem também que não superei o fato e estou aqui ainda sozinha em meu apartamento vivendo neste mundo, mas sei que vou me superar cada dia mais e mais.

Ontem não me sentia tão protegida, hoje meus pensamentos mudaram, me vi uma outra pessoa, alguém determinado a mudar de pensamentos, atitudes e saber separar as escolhas que tenho feito. Quem mais sofreu nesta história toda de não correr atrás de algo novo e arriscar uma nova aventura, foi eu.

Escrevo aqui sentada em minha poltrona, pretendo abandonar esse meu vício de fumar tanto que tenho e quero hoje viver um novo dia de verdade.

Feriado aqui no meu país, as pessoas estão ali fora e eu observo pela janela todos eles com suas famílias, felizes… Tomei coragem mais uma vez hoje de olhar o céu e ele estava simplesmente espetacular: Um azul tão vivo e tão lindo que jamais teria visto antes em contraste com aquelas nuvens que mais pareciam algodão doce.

Me lembro de minha infância como em um Flashback qualquer que todos podemos ter de momentos assim. Tá, muitas vezes estava ali no meu canto sozinha, meus pais nem ligavam para o que eu fazia e quando ligavam para isso, era porque eu tinha feito algo muito feio. Mas é dali, direto do início da minha juventude que eu tiro uma lição, juntando o antes e o agora: O céu ali em cima que está tão belo e tão vivo nunca precisou de outro alguém para que ele realmente existisse, ele simplesmente existe e encanta quem o está observando.

Parei por um momento, fui ao banheiro e com uma poça d’água chão me observei no reflexo que ela fazia. Minha face já não era a mesma de seis dias atrás quando estava praticamente mobilizada com o meu pensamento somente em você.

Hoje quero mais, quero mais viver, quero sorrir novamente, quero saber amar… amar a pessoa que mais deveria ter amado desde o início: Eu mesma. Vou começar esta reforma em mim e mostrar pra mim mesma que eu posso e que eu devo continuar a minha história e dar uma chance pro destino para aquilo que nestes últimos dias ele colocou em minhas mãos e eu não estou aproveitando simplesmente por medo de alguma coisa que um dia já aconteceu comigo.

Pretendo viver mais, quero ter filhos uma hora, saber como é aquela sensação que dizem que é incrível de ter uma criança em meu ventre dando pra mim o maior presente da minha vida que será gerado de dentro de mim. Mas antes de tudo isso, vou respirar e explorar neste novo mundo que estou me possibilitando entrar nele com este sorriso no rosto e por enquanto de mãos vazias.

Vou me amar um pouco mais e quem sabe, alguma hora vai surgir alguém que vai querer me ouvir e me fazer sorrir por outros motivos… Mais uma vez.

ps: Estou bastante confiante em mim

Em busca da felicidade :’)

Me perguntaram o que seria a felicidade
Não sei… Transformei ela em canção milhares de vezes
Perdi em passos que nem poderia mais voltar
Meu pensamento continua confuso
E eu, aqui, perdido…
Em busca do que me faz feliz

Não sei ao certo o que me faz sorrir
Aquele sorriso verdadeiro e humilde
Que contagia de pouco em pouco
Ninguém mais que… Você

Seria o motivo de tudo o que corri atrás?
Não sei, apenas sigo o meu caminho
O que tiver de acontecer, acontecerá
Minhas lágrimas foram para você um hora
Agora sigo em frente, com lágrimas de alegria

Teu abraço, tua voz, teu perfume
Lembro até este momento
E é exatamente este momento
Que estou aqui, em busca novamente

Não sei se estou certo ou errado
Poderíamos dizer que apenas existe o certo
Nosso coração manda fazer loucuras
E estas loucuras são as que nós faz feliz

Ainda não sei ao certo o que seria a felicidade
Sei apenas que você me faz feliz
E não me pergunte como…
Apenas vamos continuar nossos caminhos
Que um dia descobriremos a resposta

Assim, queria apenas dizer que…

Bom, eu adoro escrever, isso é um fato. A poesia é algo que nós encanta muito e a prosa também mas deveriamos observar também nossos pensamentos. Pensamos em milhares de coisas ao mesmo tempo, pensamos muito sobre o tempo, os negócios que estamos fechando, pensamos sobre aqueles que amamos (ou não, vai saber).

Enfim, nem sei porque pensamentos ou cargas d’água estou tão confuso assim ao escrever. Talvez seja a hora… penso assim.

O garoto, a montanha e a menina.

As pessoas pensam, agem e tentam fazer acontecer. Assim pensando, era mais um dia que começava a surgir naqueles campos verdes e bonitos e que de noite se transformavam em escuros e cheios de surpresas.
O garoto estava lá no topo de uma montanha se perguntando o porque a vida estava sendo tão dura e tão cruel com ele: estava escuro, frio. O sol à sua frente estava começando a aparecer. A sombra das árvores davam-lhe calafrios, seus lábios estavam roxos de tanto ele morder de ansiedade naquela noite que mal dormida foi.
De um lado, sua trouxa de roupas e do outro apenas a saudade. Ele gritou para o grande infinito que começava a sair do escuro: “Onde está você?”. Ele sentia que tinha alguem a sua espera em algum lugar.
De um outro lado, não tão longe, sentada em uma colina, deitada, vendo as estrelas que ainda tinham no céu, estava aquela garota que o coração dele sentia por perto. Ela ouviu o chamado dele. Arrepiou-se e seus olhos encheram de lágrimas. Sabia que talvez não estava sozinha e não estava perdida.
Continua…

Por enquanto…

Não, prefiro não me expressar muito, apenas deixe que a música seja mais alta mas tão baixa quanto o silêncio enquanto o pensamento vêm e tenta conciliar tudo o que fazemos. Cássia Eller sabia o que estava dizendo quando criou esta música.

Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim tão diferente

Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba

Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa

Tuntz Tuntz Dum Pah Bum da Minha Vida

Bate a batida, seja ela house, dirty house, trance, progressive, psy… sei lá qual ela é, ela bate, e está cada hora mais devaaaaaaagaaaarinho dentro de mim.

Fazia tanto tempo que a balada de mim estava assim, intensa que nem drum’n bass mas agora está como estivesse no inicio de uma uplifting qualquer, quase parando e repetindo a seqüência quase que binária feita por mim mesmo. Tadinho de mim.

Sabe-se lá quando voltarei ao ritmo intenso de quase 300bpm, mas agora preciso me retirar de cena e deixar que tudo aconteça. Talvez assim seja mais fácil até pra mim mesmo.

Queria que fosse assim, tão fácil quando o tuntz tuntz dum pah bum de uma música qualquer.

Dia 6, Setembro.

Sonhei.

Hoje eu tive a oportunidade de conseguir dormir e consegui sonhar. Talvez já tenham dito algumas muitas vezes que eu sou uma criatura que está sendo envolvida pela insônia e pelo desespero de ficar noites e mais noites sozinha. Tudo bem que eu tenha conseguido dormir em alguns dias anteriores, mas estes dias apenas foi um preparativo para aquilo que eu iria ver agora.

Tinham montanhas verdes e tão belas com poucas árvores, lá ao fundo daquela paisagem e uma cidade rodeada por belos alpinos e outras árvores que deixavam o ambiente com um tom parecido com um parque florestal qualquer da América do Norte mas com prédios construídos no meio. Prédios baixos com no máximo três ou quatro andares, a maioria de cor branca onde tinham um belo destaque.

Encantei-me com aquela visão, e com alguns belos espelhos d’água que tinham próximos as estradinhas feitas com pedaços de pedra.

Havia uma pequena colina onde na verdade, em baixo daquela parte gramada, tinha uma grande biblioteca. Uma porta de madeira bem clarinha contrastando com o marrom-terra que estava predominante na parede.

Adentrei-me naquele lugar e já fui observando tudo o que tinha ali na minha volta. Não encontrei absolutamente ninguém até então. Comecei a observar ainda um pouco mais aqueles livros que estavam nas prateleiras por todo lugar. Entrei numa sessão onde apenas tinham livros de poesias, das mais diversas possíveis. Puxei um livro aleatoriamente e comecei a ler ele vagarosamente sentada ali no chão mesmo.

Fiquei algumas horas ali deliciando o poder daquelas palavras, somente eu e o meu mundo imaginário.

De repente, eis que surge uma pessoa, a primeira que eu havia avistado em todo o meu tempo por ali. Com uma simples roupa, toda branca, parecendo um longo vestido grego, uma barba a fazer bem rala em sua face e sua pele com um tom de chocolate. Sorri para ele e ele me disse com um sorriso no rosto: “Muitos que aqui vem, entram para a loucura e não sabem mais onde estão, só sabem que eles somem e nunca mais conseguirão encontrar o caminho de volta para esta cidade”.

Bastava isso. Acordei um pouco assustada e ofegante e com toda esta imagem em minha cabeça e então o meu dia também começava. Era uma terça-feira qualquer deste mundo e mais uma vez eu queria me permitir sair de casa um pouco mais. Recolhi o pouco do dinheiro que eu tinha ali comigo e desci mais uma vez aquelas escadas. Segurando pelo corrimão… Enfim, por um momento desviei a minha atenção e já não lembrava mais de nada. É como se eu tivesse voltado a dormir e como se o sonho fosse apenas pausado naquele momento e retomado:

Não via mais ninguém, somente eu ali no chão e aquele livro fechado em meu lado. Agora tinham pessoas e eu estava ali como se fosse transparente para todos. Vários tropeçaram em mim e parece que nem ao menos sentiram, exceto uma pequena criança que olhou em meus olhos e deu um sorriso bobo.

Foi ai onde eu acordei novamente deste sonho.

Estava deitada numa maca de um hospital que não saberia exatamente dizer mais onde ele era, mas apenas sei que estava lá.

Chegou um médico para mim e me disse: “Você levou uma queda feia, senhora”, ou seja, eu havia desmaiado enquanto tentava sair de casa.

Alguém foi gentil e me prestou socorro me levando para o hospital. Não sei quem é a pessoa ao certo e nem se foi homem, mulher, um acaso da vida… Descansarei ali nesta noite fria e nova que se aproxima.

p.s: não me sinto protegida

Dia 5, Setembro.

O amor bate a minha porta novamente. Abro meus olhos sinceramente e não sei para onde partir mais esta vez. Sei ainda estou encantada pelos seus olhos e ainda me lembro de nossos últimos beijos e abraços doados um ao outro. Nossos momentos felizes que eu talvez não vá recuperar eles de mim mesma.

É como se fosse uma cena qualquer aonde um rapaz vem me fazer à serenata de amor, eu me encosto à janela e fico lá, ouvindo silenciosamente aquelas palavras ditas pelo coração mas na verdade ele está lá em baixo sozinho nesta noite fria. Senti o cheiro de seu casaco novamente, aquele couro como marca registrada em minha mente onde me lembro ainda de nossa última noite de prazer. Tudo é obra de minha mente neste momento e eu mesma não acredito no que eu estou aqui a pensar.

Minhas lágrimas saem poesias neste momento pedindo por você aqui do meu lado mais vez. Me encontro caindo em depressão querendo o seu colo mas na verdade estou aqui mais uma vez sentada nesta cadeira nesta noite escura, sozinha sem ninguém a não ser eu, meus últimos cigarros, minha luz quase apagada junto com as suas ultimas memórias vivas dentro de mim.

Tentei me libertar de você, sai, tentei conhecer coisas novas, apenas fui ofuscada pelo sol, meus pensamentos exorbitantes e tão alienados por um sentimento único e inesperado chamado amor.

Fomos amigos durante anos. Prometi a você e fiz juras que nunca lhe largaria ali, você que me deixou, mas mesmo assim sentia confiança em suas palavras.

Ainda éramos jovens, por volta de nossos vinte anos quando eu consegui lhe dizer pela primeira vez que eu o amava. Quando disse isso, firmei um compromisso contigo, um compromisso eterno e sem volta pois até hoje eu nunca deixei de te amar, mas este sentimento cresceu a cada dia mais enquanto estávamos juntos. Não queria lhe namorar, queria a sua companhia e a sua confiança aqui do meu lado mas em uma hora repentina qualquer senti um frio na barriga ao te abraçar e meu coração simplesmente saltou para fora de meu peito batendo forte. Consegui ali te ver com outros olhos, os olhos da paixão desta vez, estes olhos que me fazem sofrer até hoje e que me movimentam a cada hora mais e mais e sem dó e nem piedade de estar ao seu lado, esse lado que não está mais aqui comigo e que me joga em lágrimas salgadas que entopem meus olhos de enxergar direito.

Não sei ainda diferenciar o amor e a paixão talvez, apenas sei que tudo isso pode ser algo diferente para nós ou talvez não. Escolhi-te porque sabia me ouvir e eu aprendi a te escutar quando precisou. Tenha a confiança que dali já não seriamos mais um conto de uma música qualquer onde se diz a história de uma bailarina e um astronauta que se apaixonaram tão rapidamente e tiveram de ser separados pelo destino quase instantaneamente.

Amor, se eu ainda posso lhe chamar assim, peço que volte para mim em algum momento e que não me deixe aqui sozinha neste lugar. Eu sei que você sabe muito bem onde eu estou e sabe como você pode chegar aqui e me encontrar, basta você querer. Enquanto isso eu me derreto em lágrimas com minhas poucas roupas e minha diversão de mim mesma e mais ninguém por perto.

Meus pais já se foram para outro mundo onde talvez seja melhor do que aqui e eu continuo sozinha e triste. Ontem achei que a morte iria ser boa comigo mas não foi, ela deixou eu aqui talvez sofrendo só mais um pouco, só mais uma chance para que eu pudesse mostrar a mim mesma que eu poderia me superar, mas não foi exatamente isto que aconteceu, pelo menos ainda. Não sei o que pode vir no meu futuro. Hoje me reservo no direito de ficar sozinha em casa, perdida no meu lugar com mais ninguém para compartilhar nenhuma emoção e nenhum segredo qualquer.

p.s: estou sentindo o seu cheiro aqui de tão longe.

Dia 4, Setembro.

Meia noite. Começa oficialmente a primeira semana por completa deste mês de Setembro. Passei por tantos altos e tantos baixos já nestes últimos dias que já nem sei mais o que eu quero ao certo. Experimentei novamente a minha liberdade do meu ser, tentei novamente simplesmente viver mais um dia, mas mesmo assim ainda fiquei presa ao meu passado próximo que ainda insiste em continuar martelando coisas em minha cabeça sem que eu peça para que continuem ali.

Hoje está fazendo frio, diferente dos últimos dias. Não sei ao certo se o que ando fazendo está certo ou errado, mas a confusão domina a minha cabeça neste momento. Não sei nem ao menos mais se estou triste ou se estou certa e muito menos errada.

Pensei na minha liberdade e o que ela era e aonde chegava afinal, e eu realmente não soube dizer para mim mesma isso. Sempre me considerei tão segura e tão disposta a fazer tudo que esqueci que existiam outras pessoas à minha volta. Perdi aquele que seria meu grande amor, perdi aqueles que me amaram, mas ontem eu aprendi que não posso parar de me amar e nem de sorrir. É difícil e complicado, eu sei, mas eu posso tentar, sei que sim.

Sonhei um pouco nesta noite antes da insônia me dominar novamente. Agora acendi uma vela longa no chão do meu quarto e com um pouco de lágrimas escorrendo de meus olhos escrevi:

Sei que eu errei, meu senhor
Peço-te que não me desprezes, por favor
Tenha piedade de mim e de minha consciência
Daquilo inexplicável ato que fiz, até pela ciência

Acredito que eu tenha me arrependido
Daquelas coisas que no passado eu fiz
Tantas vezes tido mentido
Acredite no que este poema diz

Falo meias verdades para vos encantar
Não foi feito disto somente para cantar
Versos bobos de minha inocência
Que perdi com a minha paciência

Aguardo aqui em silêncio uma resposta
Não me garanto mais que nesta aposta
Possa sair ganhadora de tudo
E nem ao menos que possa mais entendo o mundo

Fiquei pasma por alguns instantes. Deixei que as lágrimas terminassem de me conduzir. Novamente meus olhos ficaram vermelhos e inchados de chorar, desta vez não mais por amor mas sim por puro arrependimento do que estava em minhas mãos e eu deixei escapar assim, tão facilmente por meus dedos por causa de coisas tão ridículas das que acabei sentindo.

Respiro fundo mais uma simples vez e aguardo o meu coração bater um pouco menos forte. De repente sinto algo diferente em meu peito. Como se algo estivesse atravessando com dificuldades o meu coração. Fiquei branca em um único instante. Neste exato momento me sentei encostada na porta de meu quarto com a sala. Meus olhos de uma forma estranha começaram a parecer como se fossem fogos ou raios, não sei. Minha visão ficou branca por alguns instantes.

Não sei exatamente o que havia acontecido comigo, somente sei que senti um alivio imenso ao sair daquilo que passei.

Depois de quase uma hora, tentei novamente escrever mais algum verso mas eu não conseguia, apenas ficava ali parada e estática olhando para aqueles quatro versos implorando clemência de algum lugar, seja dos céus ou seja da própria terra.

Estou aqui pensando comigo mesma se isto seria algum sinal de se eu devo ou não sair de casa novamente. Não sei. Hoje apenas no repouso estarei, enquanto durar.

Acredito que o que está acontecendo comigo é algo que deveria realmente acontecer e me deixar refletir um pouco sobre a vida. Pensarei no certo e no errado neste domingo. Em silêncio absoluto ficarei deixando apenas a minha mente me dar uma surra tremenda de tal forma que com isso eu possa aprender o que está certo e o que está errado comigo.

Espero poder ter forças para continuar escrevendo.

p.s: tenho medo de morrer